09 janeiro 2018

Sessão Pipoca: Extraordinário


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? Esse post provavelmente já está bem atrasado dada a data de lançamento do filme, porém é um post que eu anseio por fazer desde que saiu a noticia que meu livro favorito, viraria filme, então, mesmo atrasada, vamos falar sobre um dos melhores filmes produzidos nos últimos anos?



Extraordinário é um filme baseado na obra literária de R. J.  Palacio, que foi lançado em 2012 e em 2013 no Brasil, que vai nos contar a linda história de August Pullman que é interpretado pelo querido Jacob Tremblay, o garoto que ficou famoso pela bela atuação em O Quarto de Jack. O Auggie não é um garoto de 10 anos comum. Além de ser fã de Star Wars, jogar muito minecraft, ser extremamente bom em ciências e ser extremamente fã do espaço (dado o capacete de astronauta), ele nasceu com uma síndrome genética muito rara, cuja a sequela é uma deformidade facial. Ao todo, ele já fez 27 cirurgias que lhe ajudaram a dentre várias coisas; ver, respirar e ouvir melhor. Porém mesmo com toda a batalha diária contra a ignorância da sua vizinhança, ele vai lidar com mais um novo desafio: Entrar na 5 série. 


Auggie é convidado para conhecer a escola onde vai estudar, já que devido a sua situação ele sempre estudou em casa com a mãe, e lá acaba conhecendo três outras crianças e alunos da escola. A Charlotte, o Julian e o Jack Will. Eles acabam ficando meio amigos (tirando o Julian, que implica com ele) e é ai, que a jornada do Auggie na escola começa.



Em casa, as coisas também não ficam 100% boas. O Auggie mora com os pais Isabel e Nate, a irmã Via e a Cadela Daisy (ou Darth Daisy para os íntimos). A relação deles sempre foi (de acordo com a amiga da Via) como se o Auggie fosse o Sol, e a família os planetas que orbitam ele. E bem, isso já meio que virou rotina. 



A Via, irma do Auggie, é uma pessoa maravilhosa e que ama e entende o Auggie como ninguém. Porém, desde que o acampamento de verão passou, ela e a sua melhor amiga Miranda andam tendo problemas e acabam se afastando, e isso acaba totalmente com as estruturas da Via, tendo em vista que ela sempre foi ofuscada pelo brilho e necessidades do Auggie.

O filme nos trás uma das mais belas histórias de superação e otimismo jamais vistas. Uma forma nova de encarar a vida e tudo que ela trás. Uma forma nova de enxergar o mundo.

Vamos pra minha opinião?


Talvez eu seja um pouco suspeita pra falar porque sou fã de extraordinário desde que me entendo por gente. Ganhei o livro quando tinha 11 anos, e hoje, prestes a completar 16 e tendo lido o livro 4 vezes, devo dizer que ver a história do Auggie em filme, tocando mais ainda o coração das pessoas, me deixou bem emotiva e bem manteiga derretida.

Ele se tornou meu livro favorito, por ter me mostrado uma realidade tão diferente da qual eu fazia parte. Os olhos acusadores de quem não sabe nem metade de todas as batalhas enfrentadas por outras pessoas, hoje, são olhos de compreensão e compaixão, e tudo graças ao Auggie.



Li diversas resenhas antes de escrever a minha, e vi muitas delas negativas falando sobre como o filme foi apelativo pro lado emotivo do público, e me questionei se as pessoas que escreveram aquilo realmente teriam visto o filme. Extraordinário é um filme que o próprio nome descreve toda a história, porque mostra além da ingenuidade das crianças, o lado realmente egocêntrico e ignorante das pessoas que enxergam no diferente, algo com o qual as pessoas tirem proveito da situação e algo com que as demais devessem se adaptar e aceitar. Mas esse é o ponto. Não é preciso permitir que elas façam parte do mundo normal, porque elas já estão nele. Elas mal acordam e já recebem mal olhados, apelidos e risadas. Sim, todos nós temos problemas, mas jamais devemos colocar eles acima ou abaixo do dos outros. Todos importam, e não devemos diminuir a dor ou incompreensão de alguém pelo mundo, simplesmente por acharmos que somos mais importantes. E acima de tudo: Não devemos julgar o outro se não sabemos de nem metade do que a pessoa passou para chegar até ali.



E pra mim, essa foi uma das muitas mensagens do filme. Suspeitei que iria sair da sala chorando horrores porque além de conhecer a história, o diretor Stephen Chbosky também foi responsável por todo oceano que saiu dos meus olhos em as vantagens de ser invisível. E sobre o elenco: incrível. Cada personagem, a essência e o trabalho duro de cada um foi perceptível. A fotografia? Apaixonante. Nas cenas que mostrava o quarto do Auggie confesso ter ficado viajando na beleza dos cenários. E trilha sonora? Mais uma que devemos bater palmas.



E para aqueles que desejam ler ou saber se a história tem continuação, deixo aqui o nome de todos os livros e demais materiais derivados da história que foram lançados:

Enfim, o filme é incrível e se você ainda não viu ou tem dúvida se deve ver: CORRE PROS CINEMAS CARA! Prometo que você não vai se arrepender!

E não esqueça que se tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.


"Todo mundo deveria ser aplaudido de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo"



Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟

04 janeiro 2018

Aluada por séries: The end of the fucking world


Fala humanos do lado da lua, tudo bem com vocês? Como estão as coisas do lado daí? hoje, vou trazer a resenha de uma série um tanto diferente mas do estilo que eu adoro e que eu acho (espero) que vocês irão gostar. Bora lá? 



Baseada nos quadrinhos de Charles S. ForsmanThe end of the fucking world, é uma série que eu achei bem parecida tanto no estilo de atuação quanto no estilo de cenário, com skins. Mas não se preocupem, não tem muito a ver com a história. 


A série é um clichê britânico um pouco diferente das demais e vai nos contar a história da Alyssa (Jessica Barden) e do James (Alex Lawther). Ambos, seriamente perturbados o que ao invés do os afastar, os une ainda mais. 





O James é fodido (desculpem os termos, são necessários) psicologicamente. Ele demonstra claramente seu lado psicopata quando fala que adora matar animais, e que tem como próxima meta um ser humano. Ele sofre alguns traumas devido a morte da mãe e a ter um pai um pouco, idiota também. A Aly, é fodida na vida. O pai dela a deixou quando criança, e ela mora com a mãe e o padrasto babaca que a mãe trouxe pra dentro de casa. A mãe acabou tendo dois filhos com ele, então ela meio que está NEM AI pra Aly. A garota também é meio, necessitada de carinho devido a isso. 





Ela precisa de alguém que realmente possa estar do lado dela e seja confiável, o que faz ele achar que talvez ela seja a isca perfeita para o que tanto tem que fazer. 





Ambos tem uma clara necessidade de recomeçar a vida, porque vivem em uma cidade pacata e morgada, onde literalmente nada acontece. Juntos, eles fogem e desde então percebem que se completam mesmo da maneira mais tosca e improvável existente.

A série é o famoso 8 ou 80. Você só vai gostar, se já tiver visto algo do gênero e se impressionar com todos os fatos que acontecem com eles. Mas caso não, você vai se perguntar "que merda é essa?" ou "quanto tempo falta pra terminar?" junto com a famosa revirada de olhos.

Eu adorei, inclusive a trilha sonora é muito boa. Caso queiram ouvir, segue a playlist abaixo:




A atuação deles é algo que não deixa a desejar, e a fotografia da série muito menos. Eu super indico, e pra quem ainda não viu ela entra amanhã dia 05/01 no catálogo da Netflix. E caso você queira ver um pouco mais, segue o trailer:



Enfim, espero que tenham gostado do post e que gostem da série. Me contem caso assistam!




Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟

Sessão Pipoca: Thor Ragnarok


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? advinha quem nem tá sumida? Esse post está sendo feito somente pra não deixar sem, porque eu sei que me atrasei demaaaaaia, escrevendo!!!! Inclusive, perdão por isso! Mas cá estamos nos, para uma pequena resenha do tão esperado Thor Ragnarok.





Pra quem não sabe nada do filme ou ainda não viu, segue resuminho: estamos em uma situação pós doutor estranho, onde Odin meio que "some" e Loki e Thor voltam a terra para procurar o querido pai (isso acontece depois de algumas tretas entre os irmãos, mas nada novo sob o sol). Depois da ajuda do querido Benedict, eles acabam descobrindo onde Odin está e claro, a ameaça que se segue depois do reencontro. 





A ameaça é ninguém menos que Hera, uma personagem fortíssima nas hqs do herói e que por acaso, é irmã do querido moço que usa a cortina da mãe de capa. Ela era uma das parceiras e o famoso braço direito de Odin antes de tudo acontecer e ela ser banida de Asgard. Porém, ela acaba voltando e mandando Loki e Thor LITERALMENTE para o buraco.





Eles acabam em uma terra estranha, onde o rei da popularidade é ninguém menos que o Hulk. Eles acabam se revendo, e claro, não é o melhor dos reencontros. Mas acabam se juntando para tentar voltar a Asgard e evitar o famoso Ragnarok. Que por acaso, não deixa de acontecer. (Relaxem que não é spoiler).

Agora vamos pra minha opinião sobre o filme? 




De longe foi um dos melhores filmes que vi no ano e um dos melhores trabalhos da Marvel. Porém, ainda sim teve diversos pontos negativos. "Mas jubs, sério?" Assim, no meu ponto de vista a apelação deles mais forte foi no sentido do humor. Que foi um dos pontos que menos me agradou.

Thor e Hulk são personagens fortes e de um humor não tão cômico. O filme tinha uma pegada um tanto hilariante que lembrava os filmes do aranha ou do stark. Em alguns momentos as piadas eram até apelativas, porém outras acabaram aliviando o clima e melhorando a relação entre os personagens.




O desenvolvimento dos personagens foi satisfatório, gostei pra caramba. A Hera foi a única personagem que poderiam ter explorado mais no plano tenebroso, porque a chegada dela causava impacto, mas eu sentia mais falta disso nas lutas e atos. Os efeitos e tudo mais do filme? Posso dizer que gostei mais ainda. Um forte da Marvel são as cenas de luta em dia, e um forte maior desse filme é a quantidade de acontecimentos simultâneos em um mesmo lugar. É incrível. A fotografia tá muito bem feita e novamente, o famoso slow motion nos agrada mais uma vez.

Trilha sonora também foi uma das minhas favoritas do ano, e também, amei a participação do doutor estranho no filme. 

Ps: essa trilha é fã made, apenas algumas estão realmente no soundtrack oficial. (Coloquei essa por preferência, mas a outra também segue disponível no spotify c: ).


As cenas pós crédito me deixaram a desejar, não vou mentir. Mas pelo menos já deu aquele ponta pé inicial na ansiedade para os próximos filmes.

No geral, foi um bom filme. Expectativas atendidas até demais e ansiedade já tá no ponto pra guerra infinita.

E pra quem quer saber mais sobre o filme, aqui tá o trailer:





Espero que tenham gostado! Ah e fato importante pra enfatizar sobre o filme: ELE FINALMENTE USA O ELMO GALERA! (mesmo que por pouco tempo).


Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟
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