30 setembro 2017

Lanterna Geek: Melhor app pra se ver animes


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? Eu to sempre procurando os melhores aplicativos e bem, sempre que eu encontro um realmente bom eu tenho que panfletar certo? então, o aplicativo de hoje é nada mais nada menos que o MELHOR aplicativo pra se ver animes.
Encontre o giganima depois de tentativas frustadas de encontrar um que tivesse todo o catalogo que eu queria. E encontrei ele e agora to bem feliz, confesso.

O giganima está presente na play store como giganima on beta (recebeu esse nome depois da nova atualização). Ele tem essa interface bem legal:



No inicio (1 foto) você pode ver os animes catalogados por letras, mas caso não seja isso que você queira é só clicar nos três tracinhos acima na esquerda que vai abrir uma lista de coisa (2 foto). Clicando na parte de categoria vão existir todas as categorias bem organizadas, então caso esteja procurando por um tipo específico de anime, estará lá. E você também pode favoritar aqueles que você quer ver/gosta/algumacoisalegalparafazer uma lista.

E o mais legal também é na hora de escolher um dos animes.

panfletando noragami até o fim

Primeiro você vai ter toda a descrição do anime, e depois que descer e clicar pra abrir os eps vai ter as opções de baixar ou ver agora mesmo, e também as opções de qualidade de vídeo o que depende da sua internet claro, mas nada melhor que ver em HD né?

Fora que tem um total de 0 propagandas e anúncios. Então isso pra mim já é um baita ponto positivo. 

Então gente, o post foi meio curso, mas foi pra realmente indicar o aplicativo pra vocês. 
Espero que tenham gostado e façam bom uso dele.


Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟

21 setembro 2017

Aluada Por Séries: Atypical


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? Já faz algum tempo que não apareço com posts normais e o motivo é bem simples: falta de tempo por causa do foco nas provas da minha escola, mas tamo de volta e dessa vez é pra indicar uma série que ultimamente ta sendo meu xodó!


Você já ouviu falar de Atypical? Ela é a nova série da netflix que vai falar sobre um menino com autismo! <3 Gostou? Então vai só vai melhorar. 
A série foi criada por  Robia Rashid (Ninguém menos que a escritora e cô-produtora de How I Met Your Mother) e vai contar a história do Sam Garner (Kier Gilchrist), um garoto que foi diagnosticado "no espectro" do autismo (ele tem a síndrome de Asperger) e que aos seus 18 anos, se encontra em busca de uma namorada e ao mesmo tempo, de sua querida independência. 


O Sam vive com a mãe, o pai e a irmã. 
Sua irmã caçula, Casey (Brigette Lundy-Paine), cuida dele e ao mesmo tempo tenta seguir carreira no atletismo (o que por acaso faz muito bem); a mãe, Elsa (Jannifer Jason), o superprotege e se encontra em uma crise onde não é mais "útil" pro filho; e o pai, Doug (Michael Rapaport), é doce e amoroso, mas muitas vezes não sabe como se comportar diante das necessidades do filho já que todas os pedidos do Sam eram atendidos pela mãe. 


Diante das novidades da vida do Sam, ele acaba pedindo ajuda do amigo dele do trabalho Zahid (Nik Dodani) para conquistar uma garota, só que acaba tendo uns problemas com isso, que tenta resolver com a sua querida e amada psicóloga, Julia (Amy Okuda).


Sam é apaixonado por penguins e a Antártida. Ingenuo, inocente e totalmente literal (nem adianta usar "forma de falar" com ele que não vai rolar). Ele não gosta de encostar nos bancos dos ônibus, e essa série, é parte da jornada do Sam pra tentar "ser normal". Mas afinal, o que realmente significa "ser normal"?

A série conta com 8 epsódios e já foi renovada para segunda temporada (AMÉM!). Então, o que você tá fazendo ai que não foi conhecer o Sam ainda?
Veja o trailer dublado abaixo:


E caso queria dar uma olhadinha na soundtrack, ela ta linda demais!



É isso gente! Espero que gostem do Sam e da indicação!


Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,


Jubscreusa 🌟

12 setembro 2017

Carta em Branco: Uma carta sobre minha liberdade


Ouvindo: Respeita as mina - Kell Smith

E cá estou eu, fazendo aquilo que me neguei a fazer por tanto tempo. Te escrevo essa carta hoje, pra te provar tudo aquilo que você não acreditava que eu seria capaz. Tudo aquilo que por tanto tempo você duvidou. Te escrevo pra te provar mais uma vez que a vida não sorriu pro meu lado por sorte; ela sempre esteve comigo.

Desde que a fé em mim aumentou, eu deixei de acreditar nos seus comentários negativos. Deixei sua falta de coragem de tentar de novo e de fracassar de lado, e me vi quebrando a cara tantas vezes que hoje ela tem uma armadura indestrutível. Deixei tudo aquilo que você colocava na minha cabeça, falando que aquilo não era pra mim e que a minha capacidade era pra coisas menores e inferiores. Tudo aquilo que eu ouvia, que jurava eu ser um elogio, hoje, pertence a uma parte de mim que desconheço. 

Eu deixei pra trás todas as rosas manchadas com o sangue da tua falsa crença na minha pessoa murcharem, e plantei um jardim dentro da minha alma. Toda vez que olho pra uma rosa e vejo uma pétala cair, eu lembro de todas as vezes que você tentou fazer algum comentário construtivo pra minha vida e não conseguiu. Eu lembro de todas as vezes que você tentou me colocar pra baixo, me forçar a entrar um padrão a qual eu fui feita para quebrar.

Nunca te vi reconhecer todo sangue e suor que coloquei em cada coisa que fiz, e hoje o sangue estampa meu rosto em símbolo de revolução. Eu me reaprendi, e aprendi o verdadeiro significado de vida. Me levantei com todos os ferimentos roxos e todas as cicatrizes que eu ganhava cada vez que te encontrava. Aprendi a me erguer mesmo com todos os assedios ecoando dentro da minha cabeça, toda vez que eu entrava e saia do metrô. Aprendi a ser a puta que falavam que eu era por causa do meu short curto em um calor infernal. Me ensinei a levantar a cabeça e correr atrás do que é meu, e não deixar tomarem meu lugar porque eu "sou mulher". Eu aprendi a me dar o valor que você nunca me deu. 
Aprendi que eu tenho voz e que com ela eu posso mudar o mundo.

Aprendi que meu corpo tem minhas regras e que qualquer comentário que tu fizer não tem a mínima condição de fragmentar uma parte dele. Aprendi que dá luta vem a vitória e que tudo que eu tenho hoje foi parte de uma disputa constante entre o que eu realmente sou e o que queriam que eu fosse. Queriam me prender em pias, cintas, cozinhas, secretárias e modelos de roupa. 
Quando fui feita pra ser mundo. 
Pra ser obra prima de se apreciar com minhas estrias, celulites e gordurinhas as quais você nunca suportou. Ou com a "falta de carne" a qual você odiava por parecer esquelética.
Aprendi que meu corpo é minha casa e minha mente é meu porto seguro. Que minha integridade não pertence a ninguém e que meu caráter não é definido por roupa. 

Eu quero meu lugar. Quero minha liberdade de andar na rua a noite sem medo. Quero a liberdade de simplesmente ser mulher.

E tô aqui pra te dizer, que esse preconceito que você insiste em chamar de normal, é apenas uma cultura idiota a qual vai se quebrar em breve. Tô aqui pra te dizer, que meu lugar é onde eu quiser e que em uma sociedade que lucra com a falta de fé em mim, a minha rebelião é amar a mim mesma.

Porque lugar de mulher, é onde ela quiser.
Lugar de mulher, é na revolução.
Porque ela não vai parar, 
Até quando você ouvir falar de um estupro, e parar de falar que a culpa era da vítima por usar roupa curta.

Somos as netas das bruxas que vocês não conseguiram queimar.
E eu vou usar a minha voz, até meu grito ser um brado de liberdade.

Para: A sociedade.
Atenciosamente, todas as Fridas e Marias que foram silenciadas (mas não agora).

Porque eu sou Frida, mas não me Kahlo.
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