31 julho 2016

Estante Lunar: Objetos Cortantes





Nome: Objetos Cortantes
Autor: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca 
N° de págs: 256
Classificação🌙🌙🌙🌙



Você é uma repórter e tem que descobrir o caso de uma menina assassinada e outra desaparecida, ambos os casos são na cidade onde você nasceu que afinal lhe traz más lembranças. O que você faria, iria correr o risco de relembrar todo o passado ou falaria ao seu chefe que você não vai? 
Foi isso o que aconteceu com Camille Preaker



Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestigio em Chicago, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã que praticamente não conhece. Mas, sem recursos, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado.




À medida que as investigações para elaborar sua matéria avançam, Camille começa a desenvolver as próprias teorias sobre o mistério e, embora a polícia desconfie que o assassino seja alguém de fora da cidade, ela acredita se tratar de um local. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a Wind Gap, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, que parecem tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.


O que será que vem pela frente? 
O que a família de Camille tem a esconder? 
Descubra lendo, heuhuehuehuehue! 



Objetos Cortantes é uma história viciante e cheia de reviravoltas. O que enfatiza mais no livro é o termo “família disfuncional”. Algumas pessoas vão se identificar com o livro. Para mim, Objetos Cortantes, me surpreendeu inacreditavelmente! Eu esperava um livro sem sentido e fantasioso sobre a automutilação, mas é totalmente o contrário. A autora, Gillian Flynn, sabe prender o leitor do início ao fim colocando aqueles suspenses, revelações e descobertas do jeito Flynn de ser. 








OBS: Para quem não sabe o que é automutilação. 

A automutilação pode ser definida como qualquer comportamento intencional envolvendo agressão direta ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. Esse comportamento é repetitivo, chegando, em alguns casos, a mais de 100 vezes em um período de 12 meses. As formas mais recorrentes de automutilação são cortar a própria pele, bater em si mesmo e queimar-se e em geral as áreas onde são produzidos os ferimentos são os braços, pernas, abdômen e áreas expostas.
Se você conhece alguém que prática, não o julgue ou ignore porque o problema é sério. A automutilação também se da por fatos psicológicos aqui vão alguns exemplos: falta de atenção, falta de carinho, solidão, desprezo, bullying, família cobrando muito. 
Não julgue a pessoa automutiladora, ela precisa de você! 

Onde encontrar o livro: Cultura - Submarino - Saraiva - Amazon - Americanas



E foi isso pessoas, até a próxima!

Um comentário:

  1. Não julgue a célula autofágica, ela não precisa da sua opinião!

    ResponderExcluir

Copyright © 2015 | Design e Código: Sanyt Design | Tema: Viagem - Blogger | Uso pessoal • voltar ao topo