01 junho 2017

Sessão Pipoca: Mulher Maravilha


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? Cara, já faz um bom tempo que posts sobre filmes não aparecem por aqui né? (desculpem a falta de frequência em posts, inclusive). Esse post será um pouco grande, porém essa minha pequena crítica ao filme que vocês vão ler abaixo, é algo extremamente necessário não só porque a mulher maravilha é minha heroína favorita, mas porque o filme precisa ser comentado, afinal, não é todo dia que se tem uma das heroínas mais poderosas do universo dos quadrinhos nas telonas, certo?

Classificação pessoal🌙🌙🌙🌙🌙 

Pra começar, vamo de sinopse, como sempre?



O filme é um flashback que vai nos contar a história de Diana (Gal Gadot), princesa de Themyscira a famosa Ilha do Paraíso (que fica secretamente localizada no triangulo das bermudas). Diana é filha de Zeus, logo uma deusa. Nascida do barro, a filha de Hipolita (Connie Nielsen) tem uma força de coragem que ninguém nunca viu igual para se tornar uma guerreira extremamente poderosa e bem....através de muito treino ao longo do tempo, é exatamente isso que acontece. 
Diana nasceu e foi criada em uma ilha onde só moram mulheres, ou melhor, amazonas. Mulheres guerreiras. Ela cresceu sem ter a menor ideia de mundo (no caso, o mundo onde vivemos atualmente) e sem conhecer homens porque afinal nem pai ela teve.



A trama realmente começa quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine(o mocinho da história) acidentalmente cai na praia da ilha. Depois de resgatado por Diana, as amazonas descobrem que uma ameaça muito maior existe lá fora. Uma guerra que pode ser capaz de acabar com o mundo humano está sendo travada, e é nesse meio que entra a nossa querida mulher maravilha. Diana passou a vida toda conhecendo a lenda sobre Ares, o Deus da guerra que um dia iria voltar para acabar com tudo, e ela percebendo a situação que está no mundo afora decide ir com Steve e enfrentar o destino que já tinha lhe sido escrito.

Se não deu pra entender, só ver o trailer abaixo: 



Agora que você já deve ter visto o trailer, vamo pros meus comentários sobre o filme:

F I N A L M E N T E, CARA!

Essas foram as primeiras palavras que saíram da minha boca quando o filme terminou. Finalmente, depois de errar bastante, a DC fez algo que realmente se deve orgulhar, porque tá bonito de se ver viu? Confesso que depois do fiasco de Batman Vs Superman e Esquadrão Suicida eu já tinha perdido minhas esperanças, mas depois desse filme mudei totalmente de opinião.

No filme somos apresentados a meio que uma evolução da Diana que nos foi apresentado em 1975, pela Lynda Carter e a qual eu achava que nenhuma atuação iria superar até o dia de hoje. O filme não trás uma versão diferente da que conhecemos, mas sim a original. 
Sim meus amigos, finalmente resolveram usar os quadrinhos pra influenciar em mais alguma coisa além do nome dos personagens BRINCADEIRA GENTE SHAHSAHA. Mas falando totalmente sério: demoraram mais de 70 anos pra fazer um filme novo da mulher maravilha, e felizmente não fizeram feio.


Houveram algumas mudanças, como o fato do filme não ser ambientado na segunda guerra mundial e sim, na primeira. Mas nenhuma mudança que mudasse o real significado que o filme quer passar, ou seja, nenhuma mudança que mudasse o significado do amor ser a força mais poderosa existente.

Como fã da mulher maravilha desde criança (ou "desde que me entendo por gente") foi difícil não me emocionar vendo uma das minhas personagens favoritas chegando a ter um filme tão lindo como homenagem. 
Obvio que teve alguns pontos negativos, como a fotografia nas cenas finais do filme e a falta de uma trilha sonora tão presente quanto nos trailers do filme, mas mesmo assim foi um filme plausível. As cenas de guerra foram definitivamente as mais bonitas, tanto pelo efeito de câmera lenta quanto pelo fato do posicionamento da Diana durante elas e até mesmo durante o filme. 
A essência da personagem de inocente e de alguém que dita o seu próprio estilo em algo não mudou. Não a transformaram em uma personagem boba porém sexy. Transformaram ela naquilo que ela sempre foi, uma pessoa talvez um pouco boba mas nada idiota, na verdade bastante inteligente e bem dona de si.

O filme também não teve um grande foco na química entre Diana e Steve (mesmo com ela existindo) e isso foi um ponto super positivo. 
Outra coisa legal é que é o primeiro filme de super heroína dirigido por uma mulher (Patty Jenkins, tu arrasa mona) logo, é tudo uma visão muito mais correta de tudo.
O filme é incrível, e tem tudo pra ser o início de uma nova era de filmes de super heróis.



Quando eu sai da sala de cinema, ouvi umas meninas falando "as feminazi piram com esse filme" então aqui vai uma dica da tia jubs pra vocês: 
Primeiro, não misturem movimentos com propósitos diferentes só porque vocês não tem informação suficiente pra diferenciar e respeitar opinião alheia. Antes de julgar conheçam e não generalizem. E segundo, mulher maravilha é um filme pra se "levantar a bandeira" do feminismo (um filme que representa bem o movimento). Ele é um filme para mostrar a força de empoderamento da mulher e o papel dela na sociedade. A diferença que uma mulher faz nesse meio. E o filme transmite isso, a sensação de que independente de como você seja você pode fazer algo desde que tenha força de vontade o basante para realizar. 

E foi exatamente com essa sensação que muita gente deixou a sala de cinema e muita gente ainda vai deixar.
Em resumo para eu não me prolongar mais: esse filme representa um renascimento da DC em termos de adaptações. Espero que mantenham o mesmo foco que mantiveram nesse filme durante os próximos. E bem, é mulher maravilha né mores? Não tem como não gostar do filme.

Foi isso gente, espero que tenham gostado do post e corram pros cinemas mais próximos pra testemunhar esse filme maravilhoso.


Algumas críticas legais sobre o filme foram as do jovem nerd, omelete e a linda da Carol Moreira.


Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟

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