Sessão Pipoca: O Rei do Show

By Jubscreusa - 16:07


Fala humanos do lado da Lua, tudo bem com vocês? Já faz um bom tempo desde minha última resenha de filmas, e de lá pra cá comecei a mudar a forma de analisar eles e descrever pra vocês. Espero que agora, tenham mais confiança em minhas palavras em na minha opinião sobre cada obra analisada. O Filme de hoje, é uma obras primas que o cinema consegue realizar, que entrou pra minha lista de favoritos da vida e posteriormente, a lista de filmes que todo mundo deveria ver um dia: O Rei do Show.

Título Original: The Greatest Show
Lançamento: 28 de dezembro de 2017 (BR)
Gênero: Drama/Romance
Direção: Michael Gracey
Duração: 1h46m
Classificação pessoal: ☆☆☆☆☆



Sinopse: P. T. Barnum (Hugh Jackman) começa sua história como o filho do alfaiate, menino que desde cedo aprende a lidar com uma a vida de uma forma muito direta e objetiva, mas que apesar de tudo sempre teve uma crença enorme na imaginação. No poder que a criação tem, para mudar situações críticas e transformar os corações das pessoas. Dessa forma, ele se tornou um showman. Decide no início começar um pequeno museu de cera, depois percebe que o diferente chama atenção e de alguma forma ele poderia ganhar com isso.



Então é aí que se junta a sua mulher e as duas filhas para criar o maior projeto de toda sua carreira: O circo. Com pessoas e criaturas de todas as formas, façanhas e tamanhos. Com todos os tipos de talentos e defeitos. Pessoas extraordinárias, que sempre foram grandes demais para o pensamento pequeno da sociedade. O filme, nos fala sobre a jornada do P. T. Barnum com o pessoal do circo, e sobre como, a arte muda nossas vidas na mesma intensidade que a ganância molda nossos objetivos e muda nossas direções.

Minha opinião

Desde criança sou apaixonada por musicais. Não pela quantidade de cores, de coisas diferentes (quer dizer, isso também) mas pela forma com que eles conduzem fé e uma energia positiva que nos faz refletir sobre a vida e de certa forma, querer continuar nessa jornada. É sobre o que é sentido, com o que é transmitido. Sobre a lágrima que cai durante as cenas de sentimentalismo, e sobre a imensa vontade de seguir os sonhos de criança, esquecidos por causa da responsabilidade social, pra finalmente viver de verdade. É sobre arte, da forma mais clara e reluzente possível. Sobre como nos deixamos transformar por coisas que chegam do nada, e talvez nem vão de encontro com nossos objetivos.


Chorei em diversas partes, e no final, lembrei-me de quando tinha 5 anos de idade falando que queria ser artista pra conseguir levar pro coração das pessoas aquilo que ninguém nunca ofereceu pra elas, e este é o ponto do filme. A questão de quando desistimos, de arriscar naquilo que sabemos que é o certo e que é o que precisamos para aquilo que nos mantém estável na zona de conforto.

Criticamente falando: roteiro, fotografia, desenvolvimento dos personagens, moral da história, soundtrack e elenco foram perfeitos. Mas, humanamente falando, foi um dos filmes mais incríveis que já vi nos últimos tempos, mesmo tendo uma das propostas tão simples que é o circo. Mas talvez essa seja a graça de toda história, que afinal não é sobre aquilo que nós fazemos, mas a forma que fazemos.

Se puder, veja esse filme. Sozinho, com família, namorado, com quem você quiser. Mas não deixe de ver um filme que fala sobre um dos maiores espetáculos que o mundo deixou de admirar: a vida.


“A arte mais nobre é a de fazer os outros felizes”.


E essa é a soundtrack do filme.




E esse é o trailer. Aproveitem <3




Nos vemos no próximo post,
Beijos de luz,

Jubscreusa 🌟

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